Antigamente nos dias de festa, era costume convidarem um padre de fora para fazer o "Sermão", ou seja, a homilia do dia de festa. Normalmente estes "Pregadores" eram quem referiam as histórias dos nossos santos, se calhar por "os santos à porta de casa" as desconherem. Não sei...
Vem isto a (des)propósito do mau estar vivido -este domingo -motivado por uma postura algo anormal do actual pároco - Jorge Miguel Tavares Gomes - que há cerca de dois anos o Senhor Bispo de Viseu colocara em Forninhos e agora decidiu ou autorizou vestir o "nosso" Menino Jesus.
Não é um padre ou meia dúzia de pessoas que o cercam que mandam nos bens da Igreja!
Não é um padre ou meia dúzia de pessoas que o cercam que mandam nos bens da Igreja!
O Pe. Jorge é visto por mim mais como um ditador, do que um bom pastor.
Diz a nossa história que nos finais do século 17 e principios do século 18, na nossa igreja matriz existiam dois altares colaterais, um dedicado ao Menino Jesus e outro a Nossa Senhora do Rosário e o altar-mor dedicado à padroeira Santa Marinha (ladeada por São Sebastião e por Santo António carregando ao colo o menino nu).
Na última metade do século 20, muitas imagens desapareceram, é certo, mas o Menino Jesus manteve-se até hoje no seu altar, despojado de tudo, na sua pureza e humildade como veio ao mundo e nunca o povo o achou "impróprio" nem o Mártir S. Sebastião é indecoroso!
Nem queria acreditar, mas parece que foi esse o motivo porque este ano ambas as imagens não fizeram parte da procissão dedicada a Nossa Senhora dos Verdes.
"A maldade está nos olhos de quem vê"
A visão mais marcante que tenho dele é dos "recados" no final da missa, que a maior parte da assembleia nem compreende, mas que punha, durante a semana, grande parte das mulheres a falar do assunto.
Não acho correcta esta forma do padre interagir com este povo, maioritariamente envelhecido, até porque os forninhenses já deram provas, ao longo da sua história, de serem ordeiros, respeitadores dos valores da igreja bem como do seus pastores, para ali designados. A prová-lo estão os três últimos párocos: dois deles (Sr. Pe. Barranha e Sr. Pe. Flor) estiveram décadas à frente da paróquia e o último (Sr. Pe. Paulo Gouveia), até abandonar o sacerdócio, depois de meia dúzia de anos ao serviço da comunidade.Diz a nossa história que nos finais do século 17 e principios do século 18, na nossa igreja matriz existiam dois altares colaterais, um dedicado ao Menino Jesus e outro a Nossa Senhora do Rosário e o altar-mor dedicado à padroeira Santa Marinha (ladeada por São Sebastião e por Santo António carregando ao colo o menino nu).
Na última metade do século 20, muitas imagens desapareceram, é certo, mas o Menino Jesus manteve-se até hoje no seu altar, despojado de tudo, na sua pureza e humildade como veio ao mundo e nunca o povo o achou "impróprio" nem o Mártir S. Sebastião é indecoroso!
Nem queria acreditar, mas parece que foi esse o motivo porque este ano ambas as imagens não fizeram parte da procissão dedicada a Nossa Senhora dos Verdes.
"A maldade está nos olhos de quem vê"







