Seguidores

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Procissão da Senhora dos Verdes

E porque a festa começa quando se fala nela, aqui ficam algumas fotos da procissão em honra de Nossa Senhora dos Verdes, para que não se esqueçam os momentos de um tempo passado, que não difere muito dos tempos de hoje, mas que se observarmos com atenção notamos as diferenças:


No Largo da Lameira

chegada dos andores ao terreiro da Senhora


no andor da padroeira

ainda se vestia de cor de rosa
Mas o mais extraordinário no andor de Santa Marinha é bandeira de ---------. Fica para um exercício de memória, que espero saibam responder.



Lembranças bonitas sem dúvida!
No andor da Padroeira (Foto 3) , estão não uma mas duas bandeiras:
A bandeira da Cruzada e outra, o saudoso cipreste, também um ícone da Senhora dos Verdes, do qual tinhamos orgulho, da sua altivez e sombra de tantas e tantas conversas.

20 comentários:

  1. Se tiveram material que queiram partilhar, já sabem, o apelo já é recorrente, enviem para o meu email: aluap_a@hotmail.com.

    Cpts,
    Paula Albuquerque.

    ResponderEliminar
  2. Paula, e então, encontra-se em férias?! Já retornei e aos poucos voltando à rotina... Foram dias maravilhosos!
    Mais um post em que aprendo sobre a cultura e costumes de Forninhos...

    Um bom final de semana... Muita paz para você e também p o Xico...
    (Este é o blog em que encontramos 2 autores!) Rsss...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Estão a chegar...mas daqui a umas horas conto estar já em Forninhos.
      Os momentos que aqui ficam são para lembrar a festa que vem aí. Mais à frente incluo o cartaz.

      Bjo e bom fim de semana.

      Eliminar
    2. Apenas e acho que devo fazer, com respeito amiga Anete,
      Obrigada pela paz, retribuo de coracao.
      Quem me dera poder ir ate minhaaldeia, mas...Rsss
      Neste blog, ha uma autora, Paula.
      Em comum, talvez uma identificacao muito proxima no amor da terra e partilha.
      Apenas vou escrevinhando por amor e dever, dentro das limitacoes inerentes a mim proprio.
      Mas com muito gosto.
      Correndo o risco de tanta maldicencia...
      Sabe amiga, na falta de coragem, nada como difamar.
      Mas ca iremos remand, com esforco e coragem.
      Beijo.

      Eliminar
  3. OLÁ PAULA

    DESEJOS DE BOM FIM DE SEMANA

    VENHO SÓ DIZER-LHE QUE A MINHA FILHA TAMBÉM PARTICIPOU ASSIM VESTIDA EM ALGUMAS FESTAS RELIGIOSAS DA ALDEIA.

    1 BEIJO LÍDIA

    ResponderEliminar
  4. Preciosa y llena de Sentimiento y color la Procesión.
    Abraços e beijos.

    ResponderEliminar
  5. Lembranças bonitas sem dúvida!
    No andor da Padroeira (Foto 3), estão não uma mas duas bandeiras:
    A bandeira da Cruzada e outra, o saudoso cipreste, também um ícone da Senhora dos Verdes, do qual tinhamos orgulho, da sua altivez e sombra de tantas e tantas conversas.
    E o orgulho das crianças, nas suas vestimentas de eleição de simplicidade e rara beleza,
    Coroadas com as grinaldas na cabeça.
    A singeleza e autentidde da inocencia, neste dia especial.
    A festa de 15 de gosto, em que nem faltava fé nem alegria.
    Parece-me e quero querer que estes dias voltarão.
    Basta a vontade das crianças de outrora, agora adultos, transmitir o testemunho.

    ResponderEliminar
  6. Sabem, muito por aqui tem passado sobre a Senhora dos Verdes.
    Coisas mal feitas sobre falta de respeito e veneracao.
    Outras, felizmente boas.
    A nossa Festa maior, como o Natal, dos presenets e ausentes, novos e menos novos.
    Nao tenho apelo a fazer, sobre o partilhar aqui as recordacoes.
    Na essencia continua festa de fe.
    Depois celebrada na continuidade, como mandou sempre a tradicao, convivio e partilha.
    E o estrear de novas vestimentas em que nos compravam roupas novas para no dia da festa mostrar.
    Em fotos tanta gente aparece, agora parecem nao ter orgulho em dizer esta era eu, repara filho, esta era eu, repara filha ou meu neto. Vamos tomar a festa de volta.
    A original, a que os que ja partiram contavam e pouco a pouco, vai faltando quem conte.
    Porque assim se escreve historia.
    A nossa!

    ResponderEliminar
  7. Linda e bem registrada procissão!1 beijos praianos,chica

    ResponderEliminar
  8. Paula,

    Como é bom guardar fotos. Você poderia descrever essa festa, mas sem essas imagens, não teríamos uma ideia tão real.
    Eu gostei muito de ver os tratores carregando as imagens.
    Na comemoração do aniversário de 80 anos do papai, resgatamos muitas fotos antigas. Ele ficou super feliz, e nem lembrava mais da existência delas. Foi maravilhoso.

    Que lindas as meninas de rosa também.

    Um lindo fina de semana! Abraços

    ResponderEliminar
  9. Muito linda essa festa e achei uma graça as meninas!Bjs e boa semana,

    ResponderEliminar
  10. Recordar é viver..linda festa!!
    Abraços.Sandra

    ResponderEliminar
  11. Excelente recordação....
    Cumprimentos

    ResponderEliminar
  12. Nesta procissão eu fui vestida de pastorinha bons tempos em que havia muitas crianças, além das crianças que iam vestidas nos andores, também iam muitas vestidas de cruzada, agora já poucas crianças vão vestidas na procissão, mas a procissão continua muito bonita, é uma pena não haver foguetes, para mim os foguetes dão outra alegria à festa.

    ResponderEliminar
  13. Olá Xico tudo bem? Aqui já estamos todos bem, obrigada.
    Olhando essas lindas fotos vejo um pouco de nossa comunidade aqui em Solidão. Existem tantas semelhança, na festa, nas roupas e essa procissão de tratores, que linda lembrança. Meu pai quase sempre era festeiro da nossa comunidade, para nós era um dia de grande alegria.
    Xico adorei tuas dicas, já fiz o vinho com gemada para minha sobrinha que saiu do hospital, descobri com uma tia que minha mãe fazia e enterrava sete dias para curtir.
    Que legal que vocês tem plantação de uva e fazem vinho, esse era o sonho de meu pai, mas na localidade que nós morávamos só podíamos plantar cebola e arroz. Até mais e tenha uma ótima semana.

    ResponderEliminar
  14. Boa tarde, a festa continua com o mesmo fulgor de outros tempos, graças ao querer de um povo que contribui pra que tal aconteça, uns de uma maneira outros de outra, mas no fundo o que interessa é participar e contribuir, para que a mesma tenha o seu desenrolar lá estão os mordomos para tentar levar a bom termo e a contento de toda uma população, a procissão tal como antigamente continua a fazer o ponto alto da festa, assim como o baile abrilhantado pelos conjuntos musicais contratados para esse fim.
    Olhando para estas fotos parece que se consegue de ver e sentir o que por lá se passa, hoje simplesmente as crianças não como não são transportadas nos andores, deixaram de ir vestidas como as que se mostram nas fotos, ainda me lembro desses tempos, pode ser que se consiga um trator destinado a esse fim, para que as crianças voltem a fazer parte integrante.

    ResponderEliminar
  15. A Procissão da festa de Agosto nem era melhor, nem pior, simplesmente dantes era diferente e, era diferente porque nos andores iam crianças vestidas de anjos, bombeiros, Jesus Cristo, os 3 pastorinhos de Fátima e outros elementos que os decoravam. Uma vez que se acabou com o referido, para mim, não faz muito sentido levar-se os tractores, nem tantos andores.
    Eu compreendo que hoje seria difícil transportá-los todos aos ombros, mas se dependesse só de mim apenas se levava o andor de Nossa Senhora dos Verdes. Outra hipótese, já que a maioria acha bonito os tractores (gostos não se discutem) era transportar: N. S. dos Verdes; Santa Rita, porque pertence à Capela (e não à Igreja Matriz); e talvez a padroeira de Forninhos: Santa Marinha, mas com as crianças a decorar os andores, tal como mostram estas imagens.
    Reparem, no entanto, que no tempo que as crianças participavam, os andores eram mais altos, hoje quando se olha de frente (ou tira uma fotografia) ao andor de S. dos Verdes e ao de todos os Santos e Santas a imagem mal se vê, vê-se é a frente toda do tractor!
    Era bonito a povoação voltar a despertar ao som da alvorada de foguetes e de seguida chegar a Banda Filarmónica para animar as ruas, visitar os mordomos nomeados e fazer a procissão, o pior é a componente monetária, como já escrevi algumas vezes. Assim a preocupação primordial da "minha" Comissão de Festas é não ter prejuízo.
    Agora a máxima: "manter vivas as tradições, que são a nossa referência, é um bem cultural" devia ser pensada por todos e não só pela Comissão!

    ResponderEliminar
  16. Pois é!
    Os tempos mudaram muito, felizmente por um lado, infelizmente por outro.
    Antigamente os mordomos eram "medidos" pelas dúzias de foguetes deitados, pelo enfeite dos andores e pelo nome da banda que cá vinha.
    Nas aldeias os foguetes e as suas belas descargas anunciando a chegada da banda, acompanhando a procissão e dando conta que a mesma já tinha chegado à Capela da Senhora dos Verdes, à noite os "foguetes de lágrimas" e para fechar, os morteiros.
    E nós miúdos a correr pelas hortas e lameiros para apanhar as canas; era mesmo festa.
    Agora estão proibidos, mas pareceu-me ouvir no Espírito Santo, meia dúzia deles. Souberam tão bem...
    Se calhar sonhei, mas nas cidades, gastam-se milhões em cascatas de fogo.
    Agora a música é outra e no geral concordo com o parecer da Paula acerca dos andores e santos.
    Por falar em santos, não sabia que Eles mudavam de casa, ou será que têm duas?

    ResponderEliminar
  17. Pois, dá ideia que uma grande percentagem de pessoas ainda não percebeu que a transladação e manuseamento frequente duma imagem provoca alterações de temperatura e que, por isso, devia ser embalada cuidadosamente quando transportada (em papel de seda, espuma de nylon ou plástico bolha anti-choque) evitando assim, vibrações, golpes, etc...
    Em Forninhos, há imagens que "passam a vida" a passear...Santa Rita é uma delas. Outra, é a Padroeira, Santa Marinha.
    Mais: desde a Páscoa para cá, já vi algumas imagens em todos os nichos. A Nossa Senhora dos Verdes da procissão/andar acho que já passeou por todos os altares. Até no nicho da Santa Marinha (altar-mor) já esteve!

    ResponderEliminar
  18. Por isso sao santos e martires.
    Uns migram, outros emigram e nao voltam.
    Perderam o norte e jamais sentirao aquela adrenalina dos ralis de tractor que os transportava no regress das Senhoras dos Verdes.
    Ao menos nao ficam todos partidos.
    Se calhar com medo disso, vao desaparecendo...

    ResponderEliminar

Não guardes só para ti a tua opinião. Partilha-a com todos.