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domingo, 23 de junho de 2013

Ninhos

Quando olhamos uma árvore vemos o que sabemos que lá está: ramos, folhas e frutos, mas há mais...


se estivermos atentos podemos ver ninhos que por lá se fazem


e melros, pequenos que esperam no sossego do seu ninho a refeição que a "mamã" pássara há-de trazer.


Houve tempos que o gatorio se entretinha em descobrir os ninhos ou...
 caçá-los ao custilo,


mas hoje deixamos estas fotos, com a mensagem de que é bom ver e observar sem intervir, nem danificar, e de que a Natureza está aí para nos surpreender. Saiba-mo-La respeitar!

Fotos: David.

34 comentários:

  1. Que belo achado! Adorei as fotos e ver essa beleza da natureza. Basta estar atentos, tanto vamos ver! beijos,chica

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  2. Eu também sou uma que adorei as fotos. Muitos parabéns ao David e a todos aqueles que fotografam a natureza.
    Recordo que eu sempre quis mostrar neste blog as aves que há junto da nossa aldeia e a alegre companhia que elas faziam ao lavrador, mas nunca consegui fotografar um pássaro, eles fogem de mim lololol ou então sou eu que não tenho paciência para esperar pelo momento certo!
    Quanto ao melro, seria interessante a descrição da vida deste pássaro, que vive junto do homem, perto de suas suas casas/hortas. Quem tiver interesse em contribuir, deixe-nos um comentário. Obrigada!

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  3. Sempre gostei de observar os melros desde criança na minha aldeia. Eram desconfiados e não permitiam aproximar-se, já aqui, nos arredores de Lisboa, são mais atrevidos e deixam chegar perto. Na França e na Suiça, ainda são mais confiantes, quase que vem à nossa mão. Tem uma certa atração pelas pessoas. É um pássaro interessante.

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  4. Belo tema, lindíssimas fotos. Obrigado David.
    Quem nunca andou aos ninhos em Forninhos, nos tempos "menos modernos"?
    Fulano sabe onde está um ninho de rola, de pintassilgos, de melros, sei lá, tantos.
    Quanto mais ninhos se sabia e o segredo em guardá-lo, maior era a nossa "fama".
    Era vê-los às escondidas, para os outros não saberem, ver quantos ovos já tinham e, esperar, até ao dia em que se chegava e já estava vazio. Tinham batido a asa e ainda bem.
    Os melros são especiais, porque não vão e vêm como as andorinhas e os tralhões, ficam por cá.
    Adoram as sombras das figueiras, depenicam no musgo entre as mimosas e no calor do verão, à sombra dos amieiros, no leito quase seco de um ribeiro, dormitam. É porventura o primeiro " ximximxim que se ouve no final do dia e o primeiro pela manhã, canto meio amalucado a que já nos habituou. Mas malandro, o melro. Sempre na procura mais fácil do alimento. E astuto.
    Ouvia-se, no sentido talvez depreciativo, que quando alguém de mau nome andava a "cheirar" por determinados lugares, " ...cuidado, anda aí o melro...".
    Afinal tão bonito, na sua escura penugem, rabugento mas, companheiro.

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  5. Não tenho estórias de ninhos de modo especial, a não ser ainda uma ou outra marca dos trambolhões de um ou outro pinheiro, no espreitar de ninho de pombo, duma oliveira, a ver os pintassilgos e nas vinhas, os ninhos tão perfeitos das escrevedeiras.
    Mas, quando os meus avós tinham uns terrenos em Cabreira, para regar os arretos, havia uma poça que regava a sementeira de batata, cebola, milho, couves, etc.
    No arreto cimeiro havia uma poça sobre a qual se inclinava uma pequena figueira, pequena mas já velhota, de figos brancos.
    Todos os anos tinha no mesmo ramo um ninho de melros. Gostaram do sítio e na semelhança das fotos mas, apenas com registo de pedaços da infância, fazia a romaria e entre um figo ou outro mais lamparo, deliciava-me com o prodígio da natureza.
    Mas, essa poça tinha (não sei se ainda tem) na nascente de água fresca, uma pequena mina.
    Era o meu encanto, não pela sua beleza campestre, mas, porque na entrada, sempre no mesmo sítio, acima da humidade que escorria pelas paredes, estava a coisa mais perfeita: um ninho de carriça.
    Tão perfeito, tão perfeito que ainda me custa a crer como aquele passarinho do tamanho de um dedo polegar, tinha "arcaboiço" para fazer aquele palácio, de tanto conforto, deixando como porta, um pequeno buraquinho, no qual nem parecia caber. As coisa de facto, não se medem aos palmos.
    Acho que na altura vamos aos ninhos...

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    1. Xico:
      Agrada-me muito os teus comentários, que comparo a extractos que o escritor beirão, Aquilino Ribeiro, descreve nos seus livros.
      Dizia Aquilino que «da combinação dos cantos das aves, dos badalos dos gados, dos tamancos dos camponeses a baterem no campo gelado, resulta composição igual à Sinfonia Pastoral de Beethoven».
      Neste espaço que é nosso, também tu vais escrevendo, por ribeiros, arretos e lenteiros, o arrulhar do pombo, o cacarejar da perdiz, o piar do mocho, o cucular do cuco, o chilrear do pardal, o assobiar do melro e por aí adiante...no fundo, também sinfonias de maravilhas a fazer inveja às melhores de Beethoven.
      Parabéns!

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    2. Olá Paula,
      Não gosto de responder a respostas mas, obrigada pelo elogio.
      Afinal tudo tão simples, amar Forninhos e sobretudo respeitá-lo.
      Um abraço.

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  6. Olá amigos, extraordinárias fotos dos seres da natureza que mais aprecio pela beleza, pela ternura que transmitem! Lindo, muito lindo ver os pais transportando para os filhos o alimento que eles de biquinho aberto aguardam! E aqui entram as memórias da minha infância, que me proporcionou os melhores momentos da minha vida no contacto com a natureza pura.
    Entretanto lembrei-me de um poema "Os Ninhos" de Afonso Lopes Vieira que aqui deixo com muito carinho pedindo desculpa pelo meu atrevimento:)).

    Os ninhos

    Os passarinhos
    Tão engraçados,
    Fazem os ninhos
    Com mil cuidados.

    São p’ra os filhinhos
    Que estão p’ra ter
    Que os passarinhos
    Os vão fazer.

    Nos bicos trazem
    Coisas pequenas,
    E os ninhos fazem
    De musgo e penas.

    Depois, lá têm
    Os seus meninos,
    Tão pequeninos
    Ao pé da mãe.

    Nunca se faça
    Mal a um ninho,
    À linda graça
    De um passarinho!

    Que nos lembremos
    Sempre também
    Do pai que temos,
    Da nossa mãe!

    Um grande beijinho para todos vós e feliz Dia de São João. Ailime

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  7. Ailime, para nós foi muito importante este poema, esperamos que todos sintam que têm uma palavra (ou muitas) para a sua terra e que nos mostrem como sentem o mundo rural.

    Beijinhos e passe tbm um bom dia de S. São!

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    1. Pois é xico tambem eu quando era puto gostava de saber onde os passarinhos faziam os ninhos,o especialista do meu tempo era o meu primo Miguel.Tambem tenho uma historia de um ninho de rola em cima de uma macieira num terreno que os meus pais cultivavam na moradia e como as rolas cantam muito bem , um dia fui com o meu pai para ver se ainda là estavam que era para os meter numa gaiola,so que eu estava tão ansioso para os ver ,comecei a correr e eles, o abre nem para tràs olharam, so dei conta quando jà tinha uma verdoada no lombo com o cabo da sachadeira lol,mas ainda foi bem que eles fugiram a liberdade é bem melhor do que estarem dentro de uma prisão. Este ninho das fotos tenho o seguido desde que a merla o começou a construir até agora, penso que dentro de 2 ou 3 dias vão no balão,mas sei que ficam por aqui como os pais,todos os dias acordo com o cantar do merlo, uma melodia que não hà igual,o merlo passa a vida a cantar de umas àrvores para as outras, mas agora não me sai da cerejeira,tem sorte que ela està carregada e dà pra todos LOLL.

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    2. Por amor de Deus, amigo.
      Esconde a frigideira. Melhor não, não és desses!
      Abraço, David.

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  8. Gostei muito de ver estas fotografias tiradas pelo David, fez-me lembrar tempos passados. Quando era pequena os meus pais diziam que quando ouvisse o cuco a cantar tinha que me rebolar no chão para encontrar os ninhos, gostava de ver os ninhos com os ovos ou já com passarinhos lá dentro deles, mas eu não era muito de andar à procura dos ninhos isso era mais para os rapazes. Onde eu trabalho há um jardim grande onde por vezes vejo alguns ninhos, este ano já encontrei um não é que andasse à procura deles olhei para uma árvore e lá vi o ninho, não sei se tem ovos ou se já tem passarinhos como a árvore é um pouco alta não dá para eu ver.

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    1. Também recordo na Moradia ouvir o cuco e dizerem para espolinhar-mo-nos no chão.
      Nas traseiras do meu prédio há um jardim e já lá tenho visto ninhos nas árvores, uma observação que todos respeitam.
      Os melros-pretos também costumam preencher o meu quotidiano e bate certa a descrição que faz o nosso amigo Manuel Tomaz, são atrevidotes e parecem querer conviver connosco.
      Beijinhos e @té breve.

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  9. E é tão fácil partilhar lembranças mais marcantes na memória, aquelas da nossa infância. As mais puras e possivelmente genuínas.
    Eram vividas e continuam, por quem as sentiu e absorveu na meninice.
    Toda a gente terá "estórias", como diz a amiga Ailime. E sabe tão bem recordar e voltar a tentar sentar no mesmo palco. Basta estar vivo, afinal!
    Tudo o resto continua, apesar do fervilhão inconstante da vida.
    Mas, as lembranças aparecem.
    Frente à casa da minha mãe, quase encostada à da Tia Maria e Tio Esmael, havia uma palheira, salvo erro do Tio Elísio.
    Ali guardava os fachos de palha, alguns de feno mais fidalgos e umas fachocas de canas de milho, para os dias de festa do "ganau".
    Havia que regrar as coisas para o inverno, neve e geada que prendia os animais nas lojas, que mais tarde, em dias de quase primavera, haviam de ser junguidos e tantas vezes encaminhados, de facto como diz o mestre Aquilino, ao som dos tamancos, já reforçados pelas testeiras que os sapateiros de Forninhos aplicavam.
    Mas dizia, ao lado dessa palheira, o Tio Esmael recuperou outra, que lá está e que em criança "espiava", apenas para ver os figos pretos que a Tia Maria estendia no terraço, no tabuleiro do pão e mais tarde, depois de secos, polvilhava com farinha (parecia açucar).
    Na palheira do Tio Elísio, havia uma coisa que todos os anos me prendia a atenção, o ninho da poupa. Via o esvoaçar dela para os pinheiros da Estrecada e na sua lengalenga ia dizendo ...poupa,poupa,poupa..."
    Há quem diga que nesta música da ave, as pessoas se "espolinhavam" no chão, fruto de alguma crença.
    Seja como for, a mãe poupa apenas estava a preparar o lar dos filhotes, qual mãe, que seria, tão delicada.
    A palheira, tinha uma janela, já escancarada, virada para o Ribeiro dos Mancões e em frente, um pequeno quintal, com uma oliveira que batia na janela. Oliveira já velha e meio carcomida, mas que a abrigava da intempérie.
    Era ali na palheira que a poupa tinha todos os anos o ninho. Era a casa dela e da família. Ali estava bem e segura.
    Espreitei anos e anos o ninho, quando os filhos já estavam crescidos e a poupa e os "poupos" eram lindos, coloridos, mas cheiravam mal.
    A sua beleza era estragada pelo cheiro mas, sempre cativante.
    Na véspera do Espírito Santo em Forninhos, ouvi a poupa, no mesmo lugar.
    Não seria a mesma mas, filha ou filho dos antepassados.
    De facto, basta estar vivo e apreciar.
    Isto também é Forninhos, ainda nos seus puros encantos naturais!


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  10. Cem por cento de acordo. É tão fácil partilhar lembranças e vivências da nossa meninice!
    Quanto ao ninhos convém referir também os estratagemas daqueles que os descobriam e tiravam alguns ovos, sobretudo de perdizes que abundavam em S. Pedro, deixando no lugar pedras do rio/ribeiro, os chamados seixos, para a perdiz continuar a ir ao chôco...até cair no laço. Isto, claro, no tempo que S. Pedro era uma serra de muita fauna. Hoje menos, muito menos. Porquê? Porque os repetidos incêndios destruiu as árvores e destruiu toda a fauna que existia neste lugar.
    Mas, por outro lado, se hoje podemos apreciar a beleza dos penedos de S. Pedro é "graças" a esses incêndios!

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  11. Paula querida, o meu abraço daqui onde estou... Legal, hein, muito lindo é observar os ninhos, o cuidado da mamãe pássara e as surpresas da natureza!.............

    Muito carinho...

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  12. Paula e Xico,

    Vocês sabem o quanto eu sou apaixonada por passarinhos. Não lembro de ter danificado nenhum ninho na infância. Gostava de procurar com meus primos, e ficávamos vigiando até que os passarinhos nascessem e fossem embora.
    Lindas fotos!
    Abraços.

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  13. Excelentes fotografias....
    Cumprimentos

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  14. Há tanto tipo de ninhos, belos cada um à sua maneira mas, uns mais que outros.
    Vejamos os da pomba e das rolas, austeros, sem grandes luxos, bastando para a construção pouco mais que meia dúzia de paus.
    O do melro, caprichoso, seguro e confortável.
    A perdiz faz mais na serra, numa cova no chão, quase apelando a que as cobras venham visitar o ninho.
    A cotovia nas restevas do centeio ou do trigo, provocando os ratos do campo a fazer-lhe companhia.
    Os pintassilgos de tão belos e coloridos serem, na sua vaidade fazem uma casa de luxo, forrada de penas.
    A minha simpatia para o ninho da carriça. Como é que aquela "meia-leca", consegue fazer uma obra daquelas?
    E o do cuco, alguém o viu, alguma vez?
    Impossível, não faz ninho!
    Põe os ovos na casa dos outros e nem se dá ao trabalho de os chocar, os outros que o façam, que a vida dele é cantar...

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  15. Antigamente havia mais ninhos ao pé da porta de casa, agora quase só os dos pardais.
    Já nem se ouve falar em ninhos de ratos, que roíam as sacas de cereal. Se calhar criaram um "sindicato" e mudaram de sítio...
    Já pouco resta do ninho mais caseiro que tinhamos: o ninho das galinhas!
    Há anos atrás, as galinhas deambulavam pela rua, livres e divertidas, depenicando aqui e ali, dormitando na sombra de uma oliveira ou de um muro. À noitinha recolhiam à segurança do galinheiro, não fosse a raposa aparecer.
    Dormiam a noite e manhã cedo punham os ovos frescos no ninho.
    Por vezes havia uma galinha que desaparecia mas, já era habitual e a dona não se arreliava pois não se havia dado fé que por ali andasse algum bicho a atacar.
    Ela voltaria e de facto um dia lá aparecia a galinha vaidosa, toda inchada mas, atrás um rebanho de pintainhos.
    Parecia uma banda filarmónica; ela "corócócó" e eles "piu, piu, piu".
    Tinha voltado a casa e trazia a família, para alegria de todos mas, por onde teria andado?
    Muita vez acontecia fugirem para uma palheira, aí porem os ovos e os chocarem, voltando a casa dos donos quando os pintainhos nasciam e precisavam de alimento.
    Certo dia apareceu a GNR dando cumprimento da lei que proibia a livre circulação dos galos e galinhas.
    Tornaram-se domésticas e aborrecidas.
    E tristes, encafuadas no galinheiro.

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    1. E não era na Barroqueira que, os mais antigos diziam que os Ujos faziam ninho e à noite se ouvia o seu canto "Úuuje...Úuuje"???

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    2. O Ujo, dizem que parece um mocho grande, assustador tal como os Noitibós.
      Forninhos nos seus encantos, mistérios e medos, muitos "medos"...

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  16. Xico, vim te agradecer! abraços, tudo de bom,chica

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  17. Boas!
    É grande a variedade de aves nesta nossa terra e eu desde criança lembro ouvir os passarinhos a cantar nos campos, principalmente a rola e o "cuco ramalheiro"; agora mais velha e como podemos aprender em todas as idades, gosto de conhecer o canto de cada pássaro, o seu habitat e as suas formas de vida.
    Conheci há algum tempo através da internet (blog da Lucinha) um pássaro que aqui lhe chamam alveolas. Pouco depois, conheci o clero pela poesia "Já chegou a Primavera" - e surpreendida fiquei, quando na Páscoa perguntei em Forninhos como era o clero e ouço - "viste lá o clero? lá o vi lá o vi lá o vi.." - de lá para cá, tenho reparado noutros pássaros, melros, andorinhas e pintassilgos...só não quer aprender quem é muito ignorante!

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  18. Muito boa noite para todos.
    Passei agora por aqui e fiquei impressionado com a quantidade de temas que a Paula arranja para este blog.
    Este então!!!
    Sabiam que estas aves nos dão uma lição de vida? Ajudam os filhos, até dão a vida por eles se necessário, mas quando chega a altura de saírem do ninho, têm de se governar.
    Debaixo da janela do meu quarto tenho uma laranjeira onde todos os anos um lindo melro (apesar de ser preto não deixa de ser lindo) me brinda com o seu ninho e me permite acompanhar o seu ciclo de criação, este ano um dos passarotes caiu do ninho, apanhei-o e coloquei-o novamente no seu lugar, mas deve ter partido uma perna, mesmo assim cresceu, mas quando chegou a altura de partir não o fez, e assim lá estava a mãe a empurra-lo para o ajudar, mas não podia, a assim como não havendo possibilidade para esta pequena ave, a mãe praticou a eutanásia, sabiam disto?
    Sabem que os melros têm um cantar que nos encanta, mas sabiam que quando apenas utilizam o chim chim chim, é para avisar os outros de perigo?
    Já agora amigo Chico, o mau cheiro dos ninhos das lindas poupas, não são puro acaso, estas pequenas mas lindíssimas aves utilizam excrementos dos mais mal-cheirosos para protegerem os seus ninhos.

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    1. Bom dia, amigo e senhor Eduardo.
      De facto esta linda ave é caracterizada pelo cheiro fétido, mas não por a fêmea não tentar cuidar convenientemente do ninho, pois remove do seu interior as fezes das crias mas, conforme vão crescendo tendem a defecar na parte posterior da cavidade do ninho e como é mais difícil a sua remoção, o acumular da "porcaria", provoca mau cheiro.
      Por outro lado, tanto a fêmea como as crias, desenvolvem uma glândula que segrega um líquido de cheiro pestilento, tipo carne podre, o qual em caso de ameaça descarregam nos potenciais predadores.
      Deste conjunto resulta o tão "afamado" cheiro.
      Um abraço.

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    2. Ainda bem que há mais achegas sobre o assunto, pois convém ter noção de que, nunca em Forninhos, um só, seja ele quem fôr, fez/ou/faz tudo sozinho. Até nos blogues não se está só!
      Recordo,no primeiro post, desejarem-me sucesso e votos para que o blog fosse diferente! Nas entrelinhas escreveu-se que eu não tinha material. Já lá vão quase 4 anos e o blog continua a mexer, é facto, e sem o contributo das pessoas e organismos da aldeia...é o novo espírito forninhense (!!) que eu não consigo saudar, porque não me revejo nele. Sou democrata!
      Com a chegada do verão, que deveria ser um tempo para "liberdade", eis que nem sequer aprendem com os passarinhos...a ser livres. Enfim...são formas de agir tão excessivas que já magoa, assusta e indigna, mas com o tempo tal comportamento deixou de me espantar!

      Um abraço para os dois (ed santos e XicoAlmeida).

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  19. Oi Luap, sempre me encanto com os pássaros e poder observar sem incomoda-los, fotografar assim no ninho cheio de filhotes deve ser uma boa experiência que eu gostaria de experimentar.
    Beijinhos!!!!

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  20. Olá Fátima.
    A nossa mensagem é isso mesmo, um louvor aos pássaros e que não devemos perturbar sem motivo a natureza.
    Beijinhos**

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  21. Caricaturando o título deste post, encaixa na perfeição com algumas mentes da nossa terra.
    Ninhos!
    Começam por fazer o ninho, ficam no chôco, nascem e são alimentados de boca aberta, perdão de bico aberto mas, só para comer, crescem físicamente, sim, só de corpo e...
    Não conseguem voar.
    Ficam refastelados no ninho, sossegados e caladinhos, enquanto " a mãe " desvanecida os olha.
    E pensa: coitadinhos, são uns queridos, não dão chatice nenhuma.
    E lá vão descontando dias de vida, sem aprender a voar.

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  22. Em suma, nem sequer sabem para que servem as asas lol

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  23. Como se diz: "deixós poisar... que tratamos deles".

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  24. Vim conhecer seu cantinho. Gostei e estou seguindo.
    que textos lindos!! Não sou da sua terra mas amei esse dos ninhos.
    Quando puder venha conhecer os meus também.

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  25. Que maravilha! Que bela é a natureza!
    Parabéns pelas fotos e pela divulgação desse recantos maravilhosos.
    M. Emília

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