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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Miradouro "Cabeço do Gato" - II

Há 2 anos atrás, a 15 de Dezembro de 2009, escrevi: «Alguns conhecerão o miradouro "Cabeço do Gato", outros não. A minha sugestão é que nesta Quadra Natalícia, quem visitar a aldeia de Forninhos se desloque a este lugar paronâmico, sito no alto da N. Senhora de Fátima, perto da localidade dos Valagotes.».

Correndo o risco de me tornar repetitiva, volto ao assunto. Quem nesta Quadra quiser avistar e apreciar uma das paisagens mais bonitas de ver, deve fazê-lo do miradouro do "Cabeço do Gato".
Ora digam lá se eu não tenho razão?


15 comentários:

  1. Boa noite . Que eu me lembre , nunca me encontrei neste sitio . E verdade Paula , esta paisagem e muito bonita ; Podemos ver montes ,serras e as pequenas aldeias . Pois quem gostar de visitar devesse encontra mais sitios como este .

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  2. Boa noite:
    Tens razão Paula, eu conheço muito bem este miradouro, tem uma vista maravilhosa, onde se vê não só a nossa bonita aldeia, como também Dornelas, Colherinhas também se vê um pouco o Bóco e Sezures e pode-se ver um maravilhoso por do sol.
    Todos os anos em Agosto, quando vou de férias a Forninhos, eu e as minhas irmãs, costumamos fazer um pic-nic ao pé do miradouro, no parque das merendas, onde também se encontra um parque para as crianças se divertirem, passa-se lá uma tarde ou um dia muito bem passado, na sombra do pinhal onde se respira um ar puro muito bom.
    È pena que as pessoas quando vão a Forninhos, não visitem este local, não sabem o que perdem.

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  3. O nosso objectivo é mesmo divulgar e despertar o interesse por visitar lugares como este, que transmitem uma calma impossível de encontrar na cidade. Tenho para mim que qualquer visitante/turista gostaria de apreciar uma vista assim...além de que é um local ideal para um dia ou tarde em família tal como descreve M.Jorge.

    Manuela, tal como já tínhamos pensado, em Agosto vamos à Serra e não só…para que desfrutes destas belas paisagens e conheças um pouco mais do nosso património.
    Sei bem que as ocupações da vida nem sempre nos deixam apreciar as coisas simples que esta terra tem, por isso mesmo é que eu continuarei modestamente a tentar que o novo blog dos forninhenses mostre e informe “coisas” que de outro modo quase seria impossível.

    Inté

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  4. Os nomes dados pelo Povo aos locais e às ruas são uma parte significativa da nossa memória, até porque os nomes usados saem directa e naturalmente. Só mais tarde, veio a toponímia oficial que, no nosso caso, felizmente, mais ou menos, até respeitou a tradicional. Se chamam à sede da JF “Escola Velha”, ninguém duvida que ali houve mesmo uma escola, por exemplo.
    E...eu porque gosto de saber o porquê das coisas e o porquê do nome dos sítios da minha aldeia, venho rememorar o porquê da designação “alto da N. Senhora de Fátima.”.
    A imagem da Nossa Senhora de Fátima andou em peregrinação por Portugal e chegou a Forninhos, creio que no ano de 1951. Os forninhenses mobilizaram-se e em procissão foram, por S. Pedro, ao encontro do povo de Penaverde para receber a imagem, não descurando a protecção desde sempre solicitada para os seus campos. Este encontro aconteceu no “alto”, pertinho da localidade dos Valagotes, onde existia um nicho. Lançou-se pombas brancas. O azulejo que ainda existe é a confirmação deste momento de grande emoção vivido muito intensamente pelos forninhenses.
    O povo de Forninhos sempre soube estar presente de forma digna quando os valores da fé o solicitavam! Mas, presentemente todos bem sabemos que os valores e as fés agora são outras.
    A designação de “Cabeço do Gato” é um enigma que ainda não consegui decifrar. Alguém me sabe dizer se dantes aquele pequeno monte já era assim designado (“cabeço do gato”?).

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  5. Boa noite, como se pode verificar, esta é uma das magnificas paisagens da nossa terra, bem conhecida por mim, já lá estive várias vezes e desfrutei dessa simples e sossegada aparição.
    Pois, só tenho pena que a Manuela ainda não tenha ali visualizado esta paisagem.
    Mas, como todas as coisas existem e para isso é preciso que todos tenha-mos um pouco de saber, pois já perguntei e não me sabem dizer o porquê de "Cabeço do gato".

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  6. Pois é, ainda à quem se recorde dessa peregrinação, ainda solteira; Nossa Senhora veio em peregrinação de Penaverde, passando pela mata do escrivão, Mingança até chegar ao alto dos Valagotes, sendo aí nesse local, a Virgem Santa, entregue aos devotos de Forninhos.


    Mas, continuando, são lugares como este, e como se vê, bem resguardados e legenda-dos, assim poderiam ser todos os outros locais que todos nós conhecemos.
    Este foi mais fácil, a estrada tá logo ali, bastou um pouco de madeira e já está.
    Muitos dos nossos, que nesta altura visitam os seu familiares, se tivessem lugares como este, talvez houvesse mais visitantes aos locais a que me refiro: Cadeira do Rei, Castro, Castelo, etc.

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  7. Pois é... serip413, Forninhos devia melhor aproveitar e valorizar as boas coisas e a história que a terra tem.
    Relativos à procissão, os azulejos em azul e branco são simplesmente, a meu ver, maravilhosos e são um marco na história da terra. Pena foi o que fizeram ao que está no Santuário de N. Senhora dos Verdes. Gostaria até de saber sobre a “colagem” desse azulejo, mas nunca houve ninguém que contasse o que aconteceu.
    Fiquemos pois por aqui neste momento, e continuem a ler e a reflectir.

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  8. Muito boa tarde a todos.
    Esta aldeia bonita, tão bem situada, quase dispensa comentários, as fotos falam por si.
    Já aqui falamos deste local e parque noutra altura e, embora muitos por cá tenham passado durante o verão, ainda mais nada foi feito, a não ser um telheiro com churrasqueira que, segundo me disseram, foi uma gentil oferta de um residente dos valagotes, a quem a freguesia deve estar grata.
    Este local lindo, com que a natureza nos brindou, podia e devia merecer mais atenção da parte do poder local, principalmente o seu parque junto deste miradouro, fico muito apreensivo quando noto que ainda há pessoas naturais, e até residentes, que mal conhecem este espaço, e, neste caso, podemos culpar a falta de informação e identificação.
    É uma pena que, numa aldeia, que nem é tão grande assim, as pessoas que se conhecem muito bem todas, se não unam em redor de um objetivo comum; que é a defesa do seu património.
    Um BFS para todos.

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  9. Quando estava a escrever o meu ultimo comentário, estava a passar uma informação curiosa na RTP.
    Foi posto á venda o ar da nossa região enfrascado???
    QUANTO MAIS CONHEÇO O DOS OUTROS, MAIS GOSTO DO MEU.

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  10. boa noite.
    São lugares como este, que nos fazem sentir orgulho de ser Forninhenses, mais poderiam existir.
    Nós, Forninhos tem óptimos locais dignos de visitar, agora é preciso que se tornem possíveis as condições, para que todos os visitantes, naturais e turistas possam desfrutar deste beleza natural.

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  11. Mas, como se diz, numa Aldeia tão pequena e tão grande em valores, pena que as sua população actual não se entenda, mais poderia ser divulgado sobre a história desta terra, se todos contribuíssem com o pouco que conhecem.
    As pessoas mais antigas desta terra, muitas recordações devem ter; assim falo, porque falo com uma PESSOA que não é de Forninhos, mas que se lembra de algumas histórias, também estas contadas por pessoas mais velhas.
    Mais se pode acrescentar, que possivelmente nos anos de 1938/1940, aquando das grandes trovoadas, foi ainda destruído um Moinho nas Caldeirinhas, este seria hoje mais uma dos patrimónios da nossa terra.

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  12. É pena que a Junta de Freguesia de Forninhos ainda não tenha conseguido fazer todos os melhoramentos devidos neste Parque de modo a valorizá-lo, talvez por isso, não admira que ainda hoje são poucos os que por ali passam!
    Se uma família dos Valagotes emigrante no Brasil, segundo informação, fez questão de oferecer e pagar a construção de uma churrasqueira, porque é que ao mesmo tempo, a Junta de Freguesia em conjunto com o Município de Aguiar da Beira, não fez os melhoramentos que em tempos aqui sugerimos? Mas como eu há muito cheguei à conclusão que ultimamente tudo é feito avulsamente, não adianta…porque simplesmente não há orientação.
    O mesmo se passa com a actividade “Caminhadas na Natureza”. Esta actividade que é, a meu ver, bem organizada, com informações úteis sobre o nosso património, é feita 1 vez por ano, mas porque tem de ser feita apenas anualmente?

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  13. Tem razao sim senhora, cara amiga!

    Boas Festas e um Santo Natal a todos!

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  14. Boa noite.
    Pois, não diria várias vezes no ano, mas duas a tres vezes até que era bom, fazer essas caminhadas, tanto que já me disseram que esse percurso no Inverno é espetacular, a ribeira cheia de água; ali nas Dornas é uma imagem delirante.
    Mas, não pode ser, não á tempo nem disponibilidade, nem quém aprecie!
    Bom FDS

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  15. É como dizes, 2 ou 3 vezes por ano, e falar disto não é criticar ou dizer mal de quem anualmente organiza as “Caminhadas na Natureza” (organização conjunta: Município de AGB e Freguesia de Forninhos). Sabemo-lo que têm feito bastante, mas não se pode andar sempre a pedir que seja a Junta de Freguesia a organizar os eventos. A solução de outras caminhadas podia passar por ser organizadas também pela Associação Recreativa e Cultural de Forninhos, por exemplo.
    A falar das coisas por vezes é que se faz luz e ainda bem que temos ideias e que há lugar para as discutir para que sejam conhecidas.

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