Anos 60 do Século XX, anos complicados! O início da Guerra do Ultramar condicionou a vida da nossa gente, nos anos da Guerra Ultramarina a freguesia de Forninhos chorou pelos seus rapazes, choro de morte, de aflição...Mas o pulsar das populações não parou. Durante este período mantinham-se as tradições e as crianças iam à escola e à catequese; os casamentos e nascimentos aconteciam e até houve Missa Nova na Terra.
«Sim, Forninhos vive num ambiente festivo de nobreza e engrandecimento.», como escreveu Ilídio Guerra Marques no convite feito a todos os Forninhenses disseminados pelas mais distantes partes do mundo.
«Há um murmúrio alegre que desce pelas quebradas dos montes! Há um balbuciar de preces nos lábios puros e inocentes das crianças! Há lágrimas que sulcam rostos encarquilhados de velhinhas! Há um ressoar de cânticos que se eleva sublime no Céu! Algo, enfim, de supremo e grandioso enche todos os corações e os une numa amizade santa e verdadeira.».
Desta época aqui ficam umas fotos e a seguir um poema recordação dedicado à nossa Terra para ajudar-vos a recordar com mais saudade e maior devoção essa Aldeia que trazeis no coração e que foi e continua a ser Berço de todos nós.
Leia que vale a pena.
| convivas, 13 Agosto de 1967 |
Recordações de Gente nossa, alegrias e tragédias...






























