Seguidores

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Tradições de Forninhos, o Cepo de Natal 2011

Vamos novamente abordar o "Cepo", desta vez com uma visão especialmente captada pelo colaborador David. São magníficas fotos, pois registam a presença, a vontade, o empenho, o manejo das máquinas, para aquecer a Noite mais longa que é a de Natal:





Podemos ver também imagens muito bonitas de confraternização:



Temos também o registo do momento de acender, uma pequena chama,

até atingir a altura de as chamas elevarem-se em direcção ao céu

E o registo da assistência que aprecia, valoriza e enriquece com a sua presença esta tradição, tornando o Largo da Lameira mais humano.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Natal - Deus vem habitar no meio de nós

Neste Natal, aniversário da entrada de Deus na nossa História, vamos deixar o aniversariante Jesus entrar por este portal, ponto de encontro dos forninhenses, amigos de Forninhos e de todos os que nos visitam. Este é o post(al) que escolhi para Vos desejar um Feliz Natal e Ano Novo Bom, com votos sinceros que a festa da Vossa família seja a festa da alegria e da paz, porque Deus veio, em Jesus, príncipe da paz, habitar no meio de nós.

*** FESTAS FELIZES ***

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Miradouro "Cabeço do Gato" - II

Há 2 anos atrás, a 15 de Dezembro de 2009, escrevi: «Alguns conhecerão o miradouro "Cabeço do Gato", outros não. A minha sugestão é que nesta Quadra Natalícia, quem visitar a aldeia de Forninhos se desloque a este lugar paronâmico, sito no alto da N. Senhora de Fátima, perto da localidade dos Valagotes.».

Correndo o risco de me tornar repetitiva, volto ao assunto. Quem nesta Quadra quiser avistar e apreciar uma das paisagens mais bonitas de ver, deve fazê-lo do miradouro do "Cabeço do Gato".
Ora digam lá se eu não tenho razão?


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Com o Azeite se tempera as Couves da Consoada

Já devia ter publicado este Post, mas...as coisas são como são e o assunto não deixa de ser actual na época natalícia. Falamos do fruto da oliveira, a azeitona, que cai nos toldes, que cobrem a terra gelada, e de onde sai o azeite que cai brilhante da almotolia sobre as "couves-de-cortar", as batatas e o bacalhau da Ceia de Natal.

O azeite é uma gordura que acompanha toda a vida da pessoa:
Com o azeite se tempera o comer;
Com o azeite se conservam os enchidos;
A própria azeitona, como fruto, é um bom conduto (eu gosto);
Com o azeite se untavam as fechaduras das portas para não rangerem tanto;
Em épocas recuadas as pessoas punham azeite nas iluminarias dos altares das Igrejas e alumiavam as casas com azeite (eu já apanhei o petróleo);
Com as borras do azeite, cinza e potassa, fazia-se sabão para lavar a roupa no ribeiro;
etc.

Da importância da colheita da azeitona e do fabrico do azeite falam também os lagares que chegou a haver em Forninhos, portanto, a importância do azeite já vem de longe, mas as couves também têm uma longa história de utilização e este legume é um alimento muito popular na cozinha local. Desenvolvidas a partir da couve selvagem, trazidas sabe-se lá de onde, quando e como e por quem, mas seguramente há muitos séculos. Podem e devem ter sido os Celtas, mas também os Romanos ou outros...

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A Missa do Galo

Bem sei que ainda faltam 20 dias para o Natal, mas como desejo para os meus leitores, seguidores, colaboradores, enfim amigos, que seja Natal todos os dias, até porque não é completamente certo Jesus ter nascido no dia 25 de Dezembro, vamos aproveitar já para recordar o Natal antigo na nossa aldeia e aquilo que o distingue do Natal de hoje.
Como em muitas terras, a nossa aldeia não podia fugir à regra, para além do indispensável Cepo de Natal, também tinha a Missa do Galo, aqui representada por este postal dos CTT de 1942. Esta missa era celebrada à meia-noite em ponto, hora que se diz que Jesus terá nascido e porque há a teoria/ou/lenda que conta que o galo foi o primeiro animal a presenciar o nascimento Deste, por isso ficou com a missão de anunciar ao mundo o nascimento de Cristo através do seu canto. Depois da missa, à volta do Cepo juntava-se toda a população de Forninhos, onde todos se aqueciam e cantavam canções de Natal de antigamente. Por tradição só no dia 24 de Dezembro é que era montado na nossa Igreja Matriz o Presépio, sempre num ambiente de verdadeiro espírito de Natal, o cristão, como é óbvio, e não o comercial ou pagão.